Dicas de Consumo

A qualidade da carne que consumimos.

 

O consumidor costuma avaliar a qualidade dos alimentos com base em características definidas a partir dos conhecimentos obtidos no dia a dia, prestando-se pouca atenção aos procedimentos desses produtos. No caso da carne bovina, você algum dia já se perguntou?

Será que a carne que consumimos e de boa qualidade? Os procedimentos de manipulação realizados até chegar ao ponto de venda estão dentro das normas sanitárias?

Qual a carne mais segura para o consumo? Desossada no local de venda ou a embalada a vácuo pelos frigoríficos fornecedores?

Posso afirmar com certeza, a carne a vácuo e a mais segura devido a sua menor quantidade de manipulação.

Então vejamos! Nos frigoríficos as carcaças saem da sala de abate e vão direto para câmara de resfriamento onde permanece por 24 horas, para o escorrimento do excesso de líquidos e maturação da carne, logo após as carcaças seguem para sala de cortes onde são divididas em trazeiros, dianteiros e costelas (P.A) e encaminhadas para sala de desossa onde são separados os cortes e feita à limpeza do excesso de gordura, seguindo para embalagem à vácuo onde é realizada a fiscalização final pelo S.I.F. É desembalada somente na hora da venda ao consumidor final ou pelo próprio consumidor diminuindo o risco de contaminação e garantindo qualidade dessa carne ao consumidor.

Já no caso da desossa feita no local de venda, o frigorifico se responsabiliza até a entrega, o restante e as garantias sanitárias são dados pelo estabelecimento, ficando a avaliação por conta do cliente.

Só depois de avaliar todos esses fatores, defina as suas compras por características determinantes na decisão de comprar carne. Ou seja, a carne fresca deve ter coloração vermelho-cereja brilhante, odor característico, elasticidade, cede à pressão dos dedos, distribuição de gordura, preço e quantidade.

 

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